Fantasias oníricas

1 agosto, 2015 Deixe um comentário

Caras Ionut é um artista digital romeno criador desta série mágica de imagens impossíveis, inspiradas em memórias e fantasias oníricas. Em seu site, ele diz que a sua imaginação e sua obra são cativadas por sonhos e pelas estações do outono e inverno.

Embora os sonhos positivos são um grande tema em seu trabalho, ele diz que também gosta de “visitar o lado mais escuro do que as pessoas podem ver em sonhos, não necessariamente como algo negativo, mas um sonho que um não é possível entender”.

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~ Paula Romano para o Geekness.

Trocadilhos ilustrados

31 julho, 2015 Deixe um comentário

Juliana Araripe é uma talentosa ilustradora cearense que criou o #ProjetoJubiloso, onde a ideia é muito simples: fazer as pessoas rirem! :D

“O Projeto Jubiloso surgiu da minha vontade de fazer as pessoas rirem, então comecei a fazer trocadilhos com as palavras com desenhos bem simples e rápidos, que poderia fazer onde estivesse. E assim foi, a galera começou a mandar sugestões, eu fui fazendo, e todo mundo rindo; e eu rindo também”.

As ilustrações são bem minimalistas e objetivas, e acabam arrancando um riso da gente. Como a Juliana disse, “tem que se divertir, se não não tá certo”.

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E para descontrair um pouco, mais um trabalho dessa belíssima ilustradora:

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~ Daniel Fabricio para o Sala7Design.

A tecnologia é o ópio do povo

30 julho, 2015 2 comentários

Essa é a mensagem da campanha da Revista Humanoide que faz uma provocação sobre a prática exagerada do consumo tecnológico, na qual eu, você e a grande maioria da sociedade está inserida.

A Humanoide é uma publicação francesa trimestral que nasceu em 2014 para ser uma mídia que explique as novas tecnologias sem ter que participar da competição desenfreada na web e suas mutações contínuas. Eles resolveram usar o bom e velho papel para superar constrangimentos e fazer jus ao seu slogan: “A tecnologia é o ópio do povo”.

Para promover a edição número 4 da revista, eles encomendaram com a agência Glory Paris estes cinco cartazes em tom inusitado e provocativo – só achei que faltou o do Facebook.

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~ Paula Romano para o Update Or Die!

O que a infância te ensinou, e você esqueceu

29 julho, 2015 Deixe um comentário

Todo mundo sente um pouco falta da vida que levava quando criança. As coisas, no geral, pareciam mais simples, não tínhamos  tantas preocupações com o que estava ou não acontecendo a nossa volta, se teríamos dinheiro para pagar a fatura do cartão de crédito no fim do mês ou se o peguete da balada ia ligar no dia seguinte. Mas o tempo voa, e quando menos esperamos, toda essa simplicidade parece ter ficado tão distante como se fizesse parte de outra vida. Aqui estão algumas coisas simples que fazíamos crianças, para você tentar se lembrar e aplicar à vida adulta também.

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1. Felicidade está nas coisas simples

Conforme vamos ficando mais velhos, ganhando nosso dinheiro e aprimorando nossos gostos, vamos criando uma necessidade de sempre querer mais, de sempre “achar pêlo em ovo” para desvalorizar aquilo que já temos. Isso é diferente de fazer planos. Aqui, a gente espera tanto de todas as coisas que esquece de valorizar o que é simples, do dia a dia, que acontece sem que a gente perceba, mas que faz toda diferença para nossa felicidade. Às vezes, um dia ensolarado, um sorriso despretensioso no metrô ou um simples elogio já faz com que nosso dia tome uma nova cara e melhore 100%.

2. Tudo bem pedir colo para os pais

Não sei quem foi que disse que, depois de mais velhos, admitir que está com medo ou simplesmente chorar por causa de uma decepção é mostrar sinal de fraqueza. Em parte essa pessoa está certa. PORÉM, não precisamos, de verdade, mostrar que somos fortes e imbatíveis 100% do tempo. Tem horas que a gente precisa descer do salto e nos dar o direito de não estarmos seguros. E nada melhor do que chorar nossas mágoas com quem já aguentou muito choro nosso e que oferece carinho sem nada em troca (ok, talvez em troca de alguns pratos lavados e a cama arrumada). Aproveitem mais o colo de seus pais, não sintam vergonha de pedir qualquer conselho para quem já te ensinou quase tudo.

3. Tempo livre é para se divertir

Depois que chegamos nessa tal fase adulta e começamos a trabalhar, nos preocupar com as contas chegando, a promoção no trabalho, o TCC na faculdade ou na pós-graduação, envolvemos e desgastamos tanto nossos pensamentos nesses objetivos que, ao sinal de qualquer tempo livre, só queremos dormir para nos recuperar para mais um dia de labuta. A vida feita só de coisas sérias e obrigações fica chata demais, e quando você menos perceber, os anos se passaram sem que você os visse e os aproveitasse. Então, aproveite sua vida da forma mais feliz e completa possível, encaixando sucesso e diversão, foco e brincadeiras, momentos sérios e gargalhadas sinceras. Relaxar é preciso!

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4. Não se preocupar com o que vão pensar

A gente acaba criando tantos pudores e preconceitos dentro de nós mesmos que, muitas vezes, nos prendemos em uma gaiola e deixamos de fazer muita coisa com medo do que as outras pessoas poderão pensar. Se você é assim, só te digo uma coisa: liberte-se destes seus medos! Lógico que você não deve magoar os outros (lembre-se do bom senso), mas originalidade e atitude são coisas admiráveis e que estão em extinção hoje em dia. Se mostre ao mundo como você é de verdade, sem medo ou vergonha do que irão pensar!

5. Saber perdoar

Lembro das vezes que brigava com minhas amiguinhas por coisas idiotas (mas que na época pareciam o fim do mundo), e no dia seguinte já estávamos lá brincando sem nem lembrar do ocorrido. Crianças tem uma inocência e uma leveza única e muito admirável. Hoje em dia é cada vez mais difícil perdoar os erros que cometem com a gente, e claro que muitas vezes é preciso colocar nosso amor próprio em primeiro lugar para não fazer papel de idiota, mas será que daqui uns anos não acharemos essas brigas idiotas também como hoje achamos as da época de criança? Saber perdoar é uma virtude que precisamos criar dentro de nós. Não apenas agir dessa forma “pra gringo ver”, mas acreditar nisso e deixar realmente o que passou lá para trás.

6. Se sujar sem frescura

Que saudade que tenho de poder subir em árvore, rolar na grama, brincar na areia da praia sem ninguém me olhar pensando que eu sou maluca. Era muito bom ser livre para aproveitar todas as coisas sem nos preocupar se o cabelo armaria ou se a roupa sujaria. É claro que tem momentos que não podemos (e nem devemos) nos dar a esse luxo (já imaginou você indo a uma reunião todo sujo de terra?), mas quando o nosso dia permitir, aproveite seus momentos sem se importar se o cabelo irá embaraçar. Afinal, já dizem por aí que tudo que é bom na vida despenteia!

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7. Ser sincero com o que está pensando e sentindo

Quantas vezes temos a sensação de estar acumulando tanta coisa dentro de nós que estamos prestes a explodir? Queria muito voltar a ter aquela coragem infantil de sempre falar quando não queria alguma coisa, quando não gostava de algo ou quando estava chateada com alguém. Mas temos essa mania de juntar tudo dentro de nós e ir arrastando isso pela nossa vida. Minha mãe sempre me disse que “é melhor uma verdade doída do que uma mentira mal contada” e eu acho que ela está certa. Mais do que ter sinceridade com os outros, precisamos ser sinceros com nós mesmos, nos permitir agir da maneira que achamos melhor e fazer uma limpeza em todo esse lixo acumulado (incluindo aquele juntado por anos embaixo do tapete).

8. Comer o que estiver com vontade sem sentir culpa

Que delícia aqueles salgadinhos e docinhos de festa infantil, não é? Lógico que a saúde e a satisfação com o próprio corpo vem sempre em primeiro lugar, mas, às vezes é necessário ceder a um pequeno capricho destes para nossa alegria, sem nos preocupar com a quantidade de calorias. Só não vale comer 20 brigadeirinhos e depois reclamar, hein?

9. Fazer planos para quando for “gente grande”

Quem disse que já chegamos na tal idade de ser “gente grande” como falávamos quando crianças? Eu sou da opinião – e me perdoe quem não concordar – que sempre temos alguma coisa para aprender, para atingir. É muito chato e simplista não almejar absolutamente nada mais para sua vida (sejam grandes feitos ou coisinhas simples). Eu ainda não sou gente grande, e nem sei se algum dia vou chegar lá, porque sou dessas pessoas que sempre estão com novos planos e pensando em novas possibilidades, novos objetivos. É importante que a gente não se considere nesse tal grupo de “gente grande” para continuar esperando (e ir atrás) de novidades para a vida, não se contentar com o que ainda não te fez totalmente realizado e satisfeito.

~ Carol Sassatelli para o Entre Todas as Coisas.

Quando o firmamento toca o chão

28 julho, 2015 Deixe um comentário

Numa infinitude azul, o premiado fotógrafo Simon Butterworth encontrou um verdadeiro paraíso que mais parece uma obra de arte. Os campos de sal da Austrália são revelados por meio de fotografias aéreas impressionantes, que formam imagens que podem ser facilmente confundidas com pinturas abstratas.

As fotos foram tiradas em Shark Bay, o ponto mais ocidental do país, a bordo de um avião que voou a uma altura de entre 4 e 5 mil pés do solo. As belas imagens fazem parte de uma extensa série chamada “Aesthetics of the Unexpected” (“Estéticas do Inesperado”), que faz contrapontos da relação entre expectativa, realidade e percepção. Neste ano, acabou sendo selecionado para a final da competição mundial Sony World Photography Awards.

Para captar essa essência, a altura, a hora do dia e o posicionamento das nuvens foram cruciais para capturar as fotografias na perspectiva ideal e seus devidos efeitos de luz e sombra. E o resultado de todo o esforço e cautela não poderia ser diferente. Assim como fazem os grandes artistas, Butterworth fez fotos inesquecíveis que trazem infinitas possibilidades.

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~ Mais imagens nos Nômades Digitais.

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