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Dicionário Lúdico Brasileiro

lúdico | adjetivo
  1. relativo a jogo, a brinquedo.
  2. que visa mais ao divertimento que a qualquer outro objetivo.
    “observava a criança em seus exercícios l.: corria, saltava, dançava”
  3. que se faz por gosto, sem outro objetivo que o próprio prazer de fazê-lo.
    “trabalhar com leitura, para eles, era uma atividade”

Céu: 1. passeio público de pássaros; 2. lugar onde caem os balões de São João; 3. papel de embrulho da Terra; 4. local especificamente construído para as nuvens repousarem seus pés; 5. o mesmo que dar pequenos saltos com as mãos para o alto; 6. foto ampliada dos olhos de Chico Buarque; 7. diz-se do maior abraço que se pode dar; “Para abraçar abelhas, uso mel / minhas palavras, um papel / já meu amor é sempre o céu.”

Sexo: 1. marca de sapatinhos de lã azuis ou cor-de-rosa; 2. aquilo naquilo, naquela ou naqueloutro; 3. espécie de polvo que comumente habita lençóis ou tapetes e pode ter entre 8 e 960 tentáculos; 4. conglomerado intercontinental que fabrica “uis”, “ais”, “ohs” e afins em 1.257 idiomas; 5. irmão siamês do tesão; 6. antônimo de cadáver (exceto para necrófilos); 7. momento que antecede sonhos em technicolor; 8. festa no céu; 9. o homicídio do hímen; 10. animalzinho que se alimenta de feromônios; 11. esconde-esconde em versão de adultos; 12. tranquilizante natural à base de gemidos; 13. matéria-prima das sex-shops; 14. um dos apelidos do amor; 15. o pai de todas as guerras; 16. nômade que acampa em tendas iluminadas com neon, à beira da estrada; 17. motivo de dúvida e inquietação entre a classe angelical; 18. na geometria clássica, o encaixe perfeito entre côncavo e convexo; 19. na astrofísica, instante em que nascem os corpos celestes; 20. primeiro estágio da gravidez; 21. segundo Freud, o que leva o homem a chupar chupeta; 22. na economia moderna, bem complementar ao látex; 23. um dos motivos pelos quais elevadores ficam presos entre dois andares; 24. Gênese; “Acolhe-me em teu sexo, moça de sorriso largo, para que a vida seja a fusão entre duas meias-mortes e, o futuro, algo guardado no bolso traseiro esquerdo de um jeans despido e esquecido por sobre a mesa do jantar.”

Casa: 1. conjunto de paredes dispostas em forma de coração; 2. lugar de onde se sai, mas não se deixa; 3. o outro nome de família; 4. almofada macia usada pelos guerreiros após grandes batalhas; 5. trampolim para a felicidade; 6. objeto de desejo dos recém-unidos; 7. segundo a ciência moderna, o centro dos sistemas solares; 8. local onde se está melhor protegido das tempestades; 9. sobrenome da Paz; 10. caixa de segredos com lacre inviolável; 11. coletivo de cumplicidade; 12. habitat natural do bicho comumente chamado de “amigo”; 13. objetos que, quando em cima de outros, chama-se de “edifício”; 14. baía de águas calmas; 15. apêndice dos quintais; 16. nome popular de doce chamado Lar; 17. tataraneta das cavernas; 18. na geografia, o lugar do mundo onde o dia amanhece com cheiro de café; 19. agrupamento de tijolos unidos pelo cimento da marca Confiança; 20. motivo da existência das passagens de ida-e-volta; “Vai chegar o dia, amor, em que todas as casas serão amarelas, todos os sonhos serão perfumados e todos os sorrisos terão a duração exata de um milênio, com direito a prorrogação e champanhe no final.”

Mar: 1. grande extensão de água salgada que cobre a maior parte do coração; 2. estrada ondulada pintada de verde ou azul; 3. galáxia que eventualmente goteja através dos olhos; 4. medicamento homeopático utilizado para cura de males não corpóreos; 5. um dos membros de uma família de sete; 6. país onde nascem as pérolas; 7. beirada do mundo; 8. constelação de peixes; 9. ser assexuado que vive a lamber corpos e que, quando muito irritado, costuma engoli-los vivos; 10. tábua onde o vento brinca de fazer renda; 11. cômodo que mais valoriza um apartamento novo; 12. conteúdo das conchas; 13. o outro nome do silêncio; 14. grande corporação internacional que fabrica náufragos; 15. espelho utilizado pelo céu em dia de festa; 16. independente da cor, a cor dos olhos de quem é objeto de amor; 17. terra natal de Jacques Costeau; 18. amigo traiçoeiro que separa e une enquanto sorri; 19. adeus que vai e vem; 20. lugar para onde corre o rio formado pelas dores do mundo; 21. o namorado da lua; 22. monarquia absolutista comandada por Netuno; 23. causa da existência da bacalhoada; “O mar é salgado, amor meu, porque houve um dia, muito longe, em que eu ainda não tinha encontrado você. E a vida, ah que vida?, escorria, seca, pelo meu rosto.”

Boca: 1. extremidade externa do coração; 2. pétala vermelha e perfumada que nasce do sorriso dos amantes; 3. porta de entrada do desejo; 4. órgão complementar do aparelho reprodutor; 5. invólucro de galáxias; 6. micro-empresa que produz ósculos; 7. local que deve permanecer vedado para que se evite a entrada de insetos dípteros; 8. motivo de desconfiança de Chapeuzinho Vermelho; 9. lar do ronco; 10. elemento anatômico indispensável ao disparo de cusparadas; 11. moldura de um quadro intitulado “alegria”; 12. maior símbolo do rock and roll; 13. quando de encontro a outra em velocidades superiores à da luz, estimuladora da produção de relâmpagos; 14. local onde se introduz endorfinas em forma de barras, no combate à melancolia; 15. motivo da existência das fábricas de batom; 16. misteriosa caverna da alma, de onde nunca se sabe que animal pode sair; 17. carne macia ao toque da língua; “De minha boca, amor meu, o que de pior podes receber é uma saraivada de brisas em forma de breves explosões sem nenhum rumor.”

Adeus: 1. pequeno lenço branco que espalha lágrimas ao vento; 2. movimento de vai e vai do mar dentro dos olhos; 3. gesto obsceno executado por desamantes em desvario; 4. nona nota musical; 5. cor que sobra no desbotamento do azul; 6. congelamento criogênico momentâneo do coração; 7. cais à beira-d’alma; 8. diz-se daquele instante em que desabam pétalas por sobre o esquife; 9. restos mortais de fotografias não amareladas; 10. na geometria, o ponto exato onde termina uma reta e começa uma curva; 11. verruga que nasce no queixo e que, não tratada adequadamente, transforma-se em tumor maligno; “Adeus, amor, é animal em extinção na minha floresta de palavras, desde que seus olhos lumiaram no escuro de minha alma.”

Felicidade: 1. invólucro onde se guardam sorrisos; 2. momento em que os ponteiros do relógio decidem dançar valsa; 3. líquido viscoso que escorrega por entre os dedos; 4. pedaço de gente com cheiro de talco; 5. movimento espontâneo dos cantos da boca em direção às orelhas; 6. sobrenome do azul; 7. olodum dentro do peito; 8. conjunto de círculos concêntricos em rubro e branco para onde se atiram dardos em forma de coração; 9. roçar de pés por sob o cobertor em noites com temperatura inferior a 18 graus; 10. tia-avó da alegria; 11. erva da qual se faz um chá afrodisíaco; 12. movimento elíptico do Sol em torno do ser amado; 13. nome dado à gota salgada que despenca dos olhos em dia de festa; 14. sensação de se ter feito o que se deveria ter feito; 15. oitava cor do arco-íris; 16. retângulo onde se inserem flagrantes registrados em nitrato de prata; 17. desejo súbito de voar; 18. distúrbio psicológico que causa avalanche de gargalhadas; 19. silêncio que se segue à trovoada; 20. exibição permanente da arcada dentária sem motivos justificados aos olhos dos desprovidos de inocência; “Vem, amor… Me dá um beijo e me arranha as costas, que hoje eu quero sentir o gosto da felicidade.”

Cabelo(s): 1. continuação dos dedos dos apaixonados 2. moldura colorida da alegria; 3. cobertura dos sonhos; 4. uvas verdes dos calvos; 5. na música brega, fio comumente encontrado em paletós; 6. teia onde se prendem os sorrisos; 7. Alphaville dos piolhos; 8. extremidade superior das espigas; 9. melhor amigo do vento, desde que não manipulado por cabeleireiros; 10. matéria-prima do argentum; 11. inimigo mortal da alopecia; 12. na mitologia, músculo mais potente de sansão; 13. rédeas dos amantes; 14. órgão sexual dos anjos; 15. delgada mola de aço em espiral que regula o movimento dos relógios; 16. fio de queratina detonador da saudade; 17. nas mulheres, sobrenome da insatisfação; 18. nos homens, o antônimo de pavor; 19. matéria-prima das tranças; 20. nos contos de fada, escada para subir em torres altas; 21. véu perfumado que cobre a cabeça do ser amado; “Deixa eu sentir os seus cabelos, amor, que o vento não veio e as flores andam nervosas sem perfume.”

Sorriso: 1. ponte iluminada para o Natal; 2. telegrama assinado pela alegria; 3. tique nervoso de quem ama; 4. holofote próprio para iluminação de tocas de tristezas; 5. subproduto de noite divertida sob (ou sobre) lençóis; 6. antônimo de mágoa; 7. melhor amigo dos pirulitos de morango; 8. prévia de carnaval dentro do peito; 9. veleiro à deriva no mar da vida; 10. arrecife de pérolas; 11. cartão de visitas da gargalhada; 12. alimento preferencial da paixão; 13. muralha contra invasões bárbaras; 14. creme dental refrescante; 15. inimigo figadal do desprezo; 16. as time goes bye; 17. um dos irmãos Marx; “Vem, meu sorriso, que a vida corre depressa e é preciso descalçar os sapatos e pisar nas nuvens antes que elas amadureçam.”

Lágrima: 1. saudade na forma líquida; 2. mistura de água do mar com alma moída; 3. secreção aquosa expelida através dos canais lacrimais quando se espreme o coração; 4. felicidade que escorre pela face; 5. estrela cadente que despenca do céu dos olhos de quem ama; 6. motivo da existência de lenços brancos; 7. resultado da fusão de sentimentos contraditórios quando submetidos a altas temperaturas; 8. nome comumente dado ao fim de um romance; 9. momento que antecede o adeus; 10. pedaço de ontem; 11. antônimo de desprezo; 12. matéria-prima das jujubas; 13. grande inspiração dos poetas; 14. fado de Amália Rodrigues; 15. na Europa, folha que cai da árvore quando chega o outono; 16. na infância, associada ao berro, alarme de fome; 17. na velhice, fome de colo; 18. névoa úmida que cobre o mundo quando chove dentro da gente; “Não, isso não é lágrima, não. É que a felicidade virou mar dentro de mim e a maré acabou de subir.”

Filho(a): 1. raspas de coração 2. felicidade que suja fraldas; 3. tubo extremamente barulhento em uma extremidade e absolutamente irresponsável em outra; 4. paz banguela; 5. big-bang dentro do peito; 6.motivo da existência de calendários; 7. principal causa da acrofobia; 8. material orgânico usado para derreter granito; 9. ausência de bolinhas amarelas; 10. sinônimo de amanhã; 11. nome dado à barriga de espécimes femininos em estado interessante; 12. indivíduo devorador de bolotas vermelhas doces presas a palitos; 13. animaizinhos que nunca crescem; 14. antônimo de suicídio; 15. abobalhador de adultos; 16. ser gerado originalmente em laboratório por fábricas de filmes fotográficos; 17. o outro nome da insônia; 18. efeito colateral do amor; 19. comprovação científica da existência de Deus; “Quero ter um filho contigo, porque o mundo tem verde demais e eu gosto do azul.”

Fidelidade: 1. marca de adesivo impermeável; 2. corrente filosófica criada pelo cubano Fidel Castro; 3. cisco encontrado no canto dos olhos de pessoas que se amam; 4. substância corante, avermelhada, que se extrai de certos corações; 5. tipo de anomalia encontrada no bico de alguns pássaros da espécie beija-flor que faz com que eles só consigam sugar néctar de apenas um tipo de flor; 6. movimento do pescoço dos girassóis quando se inclinam em direção ao Sol; 7. pequena cidade do interior de Pernambuco que só possui um jardim para namorados; 8. figura de linguagem criada pelo poeta Rodolfo Muanis que serve para medir a resistência e maleabilidade de sentimentos; “Sua fidelidade foi suficiente para passar anos do outro lado do mundo, mas arrebentou-se quando atravessou a rua.”

Piolho: 1. na ciência, diz-se da parte material da coceira; 2. nome dado aos membros de associações anti-calvície; 3. o amigo de mais baixa estatura das criança em fase pré-escolar; 4. pulgas sem mola; 5. estado de total preenchimento da região bucal; “Desfocada e de maré invertida, ela não proferia palavra, como quando em cambalhotas abarrotava a boca com vento gelado em um completo estado-piolho.”

Saudade: 1. nome da tia mais velha de uma família de oito irmãos; 2. distância média entre seres inseparáveis; 3. a mais aguda nota do batimento cardíaco; 4. diz-se do momento primeiro em que uma criança toma consciência de ter nascido da barriga da mãe; 5. o grito enlatado de alguém que passa dentro de um carro em alta velocidade; “A noite aberta sobre seus ombros era tão lenta quanto as saudades desconexas dos carros tristes que passavam pela avenida.”

Música: 1. pantufas para o ouvido; 2. a fala das pessoas apaixonadas; 3. tempero cinematográfico; 4. gargalhada de criança; 5. o mar indo e voltando; 6. o silêncio entre uma batida e outra do coração; 7. momento da transa em que o resto do mundo deixa de existir; “E não ligavam a mínima para o problema que enfrentariam quando voltassem à cidade, pois, naquele momento, a música tocava alto…”

Pai: 1. indivíduo que alicia crianças a torcer pelo seu time do coração; 2. marca de tintas brancas para o cabelo; 3. o mesmo que pudim de chocolate; 4. espaço do ombro reservado para nos carregar em momentos difíceis; “Olhou para o lado e não teve dúvidas: subiu no pai e, ao avistar o outro lado do muro, os olhos viraram cachoeira…”

Cadarço: 1. arame sem espinhos; 2. sobremesa de gaviões; 3. acordoamento para instrumentos feitos de lata; 4. ponte para formigas; “Quando atravessavam o último cadarço, o pânico tomou conta das formigas ao avistarem lá do céu uma vassoura aproximando-se rapidamente…”

Mulher: 1. fábrica de gente; 2. motivo da existência dos poetas; 3. melhor amiga dos sapatos; 4. indivíduo portador do sexto, do sétimo e do oitavo sentidos; 5. antônimo de fragilidade; 6. pequeno animal que se alimenta de sonhos; 7. melhor abrigo contra tempestades; 8. segundo a ciência, prova inequívoca da existência de um ser superior; 9. sinônimo de porto seguro; 10. o outro nome de alicerce; 11. maior ídolo das flores; 12. enigma que anda; 13. astro celeste que emite luz; 14. corporação internacional que domina o mundo, criada a partir de uma costela; 15. sorriso cercado de admiração por todos os lados; 16. inimiga mortal das bielas e rebimbocas; 17. inspiração de Graham Bell na invenção do telefone; 18. tribo caracterizada por pintar a boca de vermelho, camuflar freqüentemente os cabelos e guerrear valentemente sobre altos saltos; 19. talento na forma humana; 20. a mais adorável das coisas que ninguém entende; “Não é que eu seja menor, amor. É que você é mais, é que você é sonho, é que você é gesto, é que você é cor, é que você é pluma, é que você é céu. É que você é mulher, e isso basta para que seja mais.”

Pé: 1. pneu de gente; 2. indivíduo que, quando está de pé, está deitado, e quando está deitado, está de pé; 3.veículo locomotor movido a sonhos; 4. órgão externo do aparelho dançomotor; 5. fábrica de chulé; 6. Alphaville do bicho de pé; 7. se torto, candidato a lateral esquerdo da Seleção Brasileira de futebol; 8. se “na bunda”, sinônimo de adeus; 9. se “de valsa”, antônimo de timidez; 10. se “de moleque”, festa no céu da boca; 11. se “de pano”, tema de música de Frankito Lopes; 12. triturador de uvas; 13.motivo da existência das botinhas ortopédicas; 14. o viagra do podólatra; 15. se “de galinha”, sinônimo de pânico; 16. se “de mesa”, sonho masculino; 17. se “direito”, medida da altura da tranquilidade; 18. se “de serra”, festa a noite inteira; 19. indivíduo que, se sem par, vive pulando; 20. se gelado, lazarento; 21. termômetro para piscinas; 22. motivo de pavor nos formigueiros; 23. melhor amigo da massagem; 24. se “de meia”, futuro em maços; 25. parte do ser amado mais procurada em noites frias; “Coloca aqui teus pés juntinho aos meus, amor, que dentro de mim está ventando e sinto muito, muito frio.”

Relógio: 1. caixa metálica, plástica ou de madeira onde se esconde o tempo; 2. boi-da-cara-preta dos assalariados; 3. Adolf Hitler dos apaixonados; 4. se sozinho, uma certeza; 5. se em grupo, várias dúvidas; 6. salão de baile dos ponteiros; 7. garoto-propaganda da Suíça; 8. se digital, beijo técnico; 9. conglomerado mundial que fabrica horas, minutos e segundos; 10. a casa dos cucos; 11. banda musical que só compôs a música Tic-Tac; 12. na biologia, animal que se alimenta de futuro, em mínimas porções; 13. pequeno ditador que aprisiona sonhos; 14. rede mundial de vigilância criada pela Associação Internacional dos Chefes; 15. guru da seita Coelho de Alice; 16. indivíduo bipolar que corre muito quando não se quer e rasteja lentamente quando não se precisa; 17. se parado, o tempo empalhado; “No meu relógio, amor, os ponteiros decidiram fazer greve por tempo indeterminado, para que possamos dançar e dançar e dançar enquanto a vida sussurra para o mundo inteiro a nossa música e a noite dorme até mais tarde e decreta feriado no planeta.”

Abraço: 1. habitat natural do carinho; 2. base alimentar popularmente chamado de amor; 3. verdadeiro objetivo do gol; 4. porto seguro; 5. Prozac natural; 6. beijo de umbigos; 7. transfusão de afeto; 8. ato de envelopar quem se ama; 9. espantalho de saudades; 10. felicidade cheia de braços; 11. abrigo anti-aéreo; 12. sistema de calefação ecologicamente correto; 13. plano B de quem dá adeus; 14. apelido de um senhor de nome amplexo; 15. AR 15 do tamanduá; 16. aquilo que Gil manda para Terezinha, para o Chacrinha e para toda a torcida do Flamengo; 17. antônimo de longe; “Vem, moça de abril, e me dá um abraço com seu sorriso e me leva pra bem longe da saudade de quem um dia ainda vamos ser.”

~ A maioria dos textos é de André Gonçalves sob a denominação de Minidicionário das Pequenas Grandes Coisas, mas também contêm contribuições de Vitor Freire e Alisson Villa. Encontrado na internet há muito, muito tempo atrás. #BaúDoTesouro #VelhosTempos

  1. Nenhum comentário ainda.
  1. 18 junho, 2016 às 8:48 pm

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