As 20 melhores músicas para acordar, segundo o Spotify, e a ciência

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Há canções que são melhores do que outras para levantarmos da cama motivados e com energia. Pelo menos é o que diz a ciência.

E, aparentemente, a melhor delas é Viva la Vida, da banda britânica Coldplay. Esta é a conclusão do psicólogo , da Universidade de Cambridge, após a realização de um estudo em colaboração com a Spotify, a empresa por trás do aplicativo de música digital.

Greenberg afirma que o uso de músicas “adequadas” pode garantir um despertar menos sofrido: “Para a maioria de nós, é uma luta passar do mau humor para um estado de otimismo. Uma música energética como Viva la Vida pode ajudar alguém a obter energia para o resto do dia.

De acordo com o estudo, os acordes e o ritmo da canção do Coldplay a tornam ideal para despertar. E Greenberg menciona especificamente a terceira e quarta estrofe da canção, dizendo que os trechos têm influência especial sobre o comportamento de quem ouve.

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O psicólogo preparou uma lista de 20 músicas que supostamente têm os ingredientes necessários para que comecemos o dia de bom humor. E o repertório inclui faixas para lá de variadas. De bandas indie como o grupo canadense Arcade Fire a Lovely Day, canção de Bill Withers de 1977.

Todas têm letras em inglês, com palavras positivas, e são em andamentos mais rápidos, de 100 a 130 batidas por minuto, além de seguirem arranjos com crescendo (que aumenta pouco a pouco), o qual produz, segundo Greenberg, um efeito motivador.

“A música não serve apenas para entreter, é algo que adentra nossa psiquê e nosso cérebro. Quanto mais estudamos a música, mais descobrimos o papel que teve no jogo evolutivo, em termos de comunicação e interação social”, explica.

Veja a lista das 20 canções

1. Coldplay – Viva La Vida

2. St. Lucia – Elevate

3. Macklemore & Ryan Lewis – Downtown

4. Bill Withers – Lovely Day

5. Avicii – Wake Me Up

6. Pentatonix – Can’t Sleep Love

7. Demi Lovato – Confident

8. Arcade Fire – Wake Up

9. Hailee Steinfeld – Love Myself

10. Sam Smith – Money On My Mind

11. Esperanza Spalding – I Can’t Help It

12. John Newman – Come and Get It

13. Felix Jaehn – Ain’t Nobody (Loves Me Better)

14. Mark Ronson – Feel Right

15. Clean Bandit – Rather Be

16. Katrina & The Waves – Walking on Sunshine

17. Imagine Dragons – On Top of the World

18. MisterWives – Reflections

19. Carly Rae Jepsen – Warm Blood

20. iLoveMemphis – Hit The Quan


~ Fonte: BBC Brasil.

Como tornar o cérebro mais criativo

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Dizem que a gente sabe pouco sobre o cérebro. Pode ser verdade, mas cada vez mais estudos na área de ciências sociais e psicológicas ensinam coisas que podem ser aplicadas no dia a dia e podem melhorar o desempenho do cérebro nas tarefas cotidianas. Algumas fazem parte do senso comum, outras vão justamente contra ele. Dá uma olhada:

Cansado, você é mais criativo. Às 2h da manhã, depois de um longo dia de trabalho, você deita a cabeça no travesseiro e fecha os olhos. Daí, naqueles 10 a 15 minutos em que seu cérebro está desligando, você tem ideias incríveis: um texto que gostaria de escrever, um desenho, um projeto novo. A maioria das pessoas acaba sucumbindo ao sono, não anota nenhuma das ideias que teve e, no dia seguinte, esquece tudo. Você já deve ter passado por isso, né?

Quando você está cansado, seu cérebro funciona assim, meia boca. E isso é ótimo pra sua criatividade, porque ele se torna incapaz de filtrar distrações e se focar muito em uma coisa só. E isso, pro trabalho criativo, é excelente, já que te deixa mais aberto a novas ideias, inspirações e conexões improváveis.

Esse texto (em inglês) da Scientific American fala um pouco sobre isso: “menos focados, a gente tende a considerar uma gama mais extensa de informação [quando está criando]”, diz o artigo.

Sonecas FTW! Quem não ama uma soneca? Claro que é preciso saber tirar o melhor delas (sob o perigo de acordar mais cansado do que quando foi deitar), e para isso, vale seguir esse infográfico aqui. Mas o importante é saber que sonecas melhoram a memória de acordo com esse estudo e te ajudam a solidificar as coisas que você aprendeu (ou seja: jamais dispense uma sonequinha depois daquela tarde de estudos!).

Meditação e Neurônios. Você já tentou meditar? Não acontece de um dia para o outro, verdade. Ninguém consegue esvaziar a cabeça tão rápido assim. É preciso treino, e nada de cobranças: seja generoso com a sua cabeça apinhada de estímulos e informação. Mas uma vez que você consegue, a coisa se torna viciante.

O motivo é simples. Há uma porção de estudos comprovando que meditação afeta o cérebro pra melhor. Meditando, você melhora sua capacidade de concentração, diminui a ansiedade, fica mais criativo, mais generoso, menos estressado e – pasme! – até aumenta a quantidade de matéria cinza no seu cérebro, o que se traduz em mais emoções positivas, estabilidade emocional e concentração.

Você é senhor do (seu) tempo. Todos nós, frequentemente, nos incomodamos com as impressões que temos da passagem do tempo, ora rápido demais, ora se arrastando. Cientistas descobriram que é perfeitamente possível manipular o cérebro para entender determinados períodos de tempo como tendo passado mais rapidamente ou devagar: se você quiser uma impressão de que “esse mês voou”, basta não fazer nada de novo. O inverso também funciona.

O cérebro demora um tempo até processar novas informações, porque essa percepção de tempo é controlada por várias áreas diferentes. Quanto mais coisas novas você fizer, mais tempo deve demorar até que seu cérebro organize isso, dando a impressão que o tempo passou mais devagar.

Permita-se ter muitas ideias ruins: só assim virão as boas. Sabe quando você não se permite criar por insegurança de que suas ideias sejam ruins? Deixe isso de lado. Você só poderá ter boas ideias se deixar as ideias más fluírem pelo seu cérebro. Um cientista da Universidade de Pittsburgh descobriu que é tudo uma questão de proporção. “Você pode maximizar a chance de ter ideias expecionais não necessariamente aumentando a qualidade média das ideias, mas aumentando a variedade da qualidade das ideias. Iniciativas criativas bem sucedidas e sustentáveis têm mais a ver com um grande fluxo de ideias, e não com uma capacidade de uma média mais alta de boas ideias o tempo todo”, eles detectaram.

Ou seja: deixa a vergonha de lado na hora de criar. Você precisa das coisas ruins para que as boas apareçam na sua cabeça.

~ Ana Freitas para a Revista Galileu.

Stephen Hawking: grandes ideias simplificadas

Stephen Hawking, para quem eventualmente nunca ouviu falar, é um dos maiores físicos teóricos do mundo. Ele escreveu e teorizou sobre coisas que uma pessoa mais desavisada poderia achar que não faz sentido algum ou, talvez, que é fruto de alguma imaginação infantil super criativa.

Ele pensou e respondeu a perguntas do tipo “como começou o universo?” ou “o tempo sempre flui pra frente?” enquanto seguimos nossas vidas assistindo vídeos de gatinhos ou ansiosos pela próxima sexta-feira.

O The Guardian iniciou uma série chamada Made Simple, na qual eles explicam em vídeos curtos de 2 a 3 minutos, várias questões, ideias e teorias complexas relevantes para o nosso tempo. Tudo de uma forma bastante simplificada e ilustrada, para que nós possamos entender.

Para o Stephen Hawking, eles prepararam esta pequena animação – repleta de piadinhas nerd – explicando buracos negros, radiação Hawking, o big bang e a criação do universo.


Luciano Ribeiro para o Papo de Homem.

Seis experimentos mentais famosos, em vídeo

Quando você está num beco sem saída e nenhum caminho parece obviamente o mais correto, você acaba sendo obrigado a testar todas as possibilidades. É neste momento que você sai do modo automático, das respostas-padrão, e põe a mão no problema. Experimenta. Sente. Intui.

Paradoxos fazem o mesmo pela nossa mente. Estamos acostumados a saber das coisas, a analisar racionalmente e conseguir prever os resultados. Quando encontramos um paradoxo, no qual nenhum resultado parece ser nem correto nem errado, a nossa mente frita. E isso é ótimo. Pensar é ótimo. É pra isso que estamos aqui.

O pessoal da Open University realizou uma série de animações curtíssimas, expondo de maneira leve e descomplicada alguns famosos paradoxos e experimentos mentais. Veja-os abaixo, transcritos, e sinta os músculos mentais se alongando…

Aquiles e a tartaruga


Como poderia uma humilde tartaruga vencer o lendário herói grego Aquiles em uma corrida? O filósofo grego Zenão gostou do desafio e bolou este paradoxo.

Primeiro, a tartaruga ganha uma pequena vantagem. Qualquer um ainda não pensaria duas vezes antes de apostar em Aquiles. Mas Zenão apontou que, para ultrapassar a tartaruga, Aquiles primeiro teria que cobrir a distância até o ponto em que a tartaruga começou. Neste espaço de tempo, a tartaruga também teria se movido em frente. Então Aquiles teria que cobrir esta distância também — dando tempo para que a tartaruga fosse um pouco mais em frente.

Logicamente, isso continuaria acontecendo para sempre. Não importando a pequenez da distância entre eles, a tartaruga sempre iria um pouco mais à frente no tempo em que Aquiles estava alcançando o ponto em que ela estava antes. O que significa que Aquiles jamais conseguiria ultrapassá-la.

Levado ao extremo, este paradoxo bizarro sugere que todo movimento é impossível. Mas ele levou à descoberta de que algo finito pode ser dividido infinitas vezes.

Este conceito de uma série infinita é usado em finanças para calcular pagamentos de empréstimos. É por isso que eles levam uma quantidade infinita de tempo para serem pagos.

O paradoxo do avô


Viagem no tempo algum dia será possível? Rene Barjavel foi um jornalista e escritor de ficção científica francês que passava muito do seu tempo pensando sobre isso. Em 1943, perguntou o que aconteceria se um homem voltasse no tempo para uma data anterior ao nascimento dos seus pais e matasse o seu próprio avô.

Sem avô, um dos pais do homem jamais teria nascido, e, por isso, o homem jamais teria existido… o que faria com que não existisse ninguém para voltar no tempo e matar o avô.

O paradoxo do avô tem sido muito presente em filosofia, física e na trilogia inteira do filme “De Volta Para O Futuro”.

Algumas pessoas tentam defender a viagem no tempo com argumentos como a solução do universo paralelo, na qual as mudanças feitas pelo viajante temporal criam uma nova História, em separado, a partir da História inicial. Mas o paradoxo do avô se sobressai.

Apesar do paradoxo apenas sugerir que viajar para o passado é impossível, ele não fala nada sobre o contrário.

A sala chinesa


Algum dia conseguiremos verdadeiramente dizer que uma máquina é inteligente? O filósofo e acadêmico americano John Searle consegue.

Em 1980 ele propôs o experimento de pensamento chamado “A Sala Chinesa” para desafiar o conceito de uma forte inteligência artificial — e não por algum modismo de design oitentista.

Ele se imaginava em uma sala fechada, com caixas cheias de caracteres chineses que ele não entende e um livro de instruções, que ele entende. Se alguém que fala chinês do lado de fora lhe passar mensagens por baixo da porta, ele poderá seguir as instruções do livro para selecionar uma resposta apropriada. A pessoa do lado de fora vai pensar que está falando com alguém fluente em chinês — apesar de ser um que não sai muito de casa –, quando na verdade é um filósofo confuso.

Agora, segundo Alan Turing, o pai da ciência da computação, se um programa de computador conseguir convencer um humano de que ele está falando com outro humano, então pode-se dizer que o programa está “pensando”. “A sala chinesa” sugere o pensamento de que, não importa o quão bem você programe um computador, ele não entende chinês, mas apenas simula este conhecimento. O que não é inteligência real.

Mas, até aí, humanos também nem sempre são tão inteligentes. 😉

O paradoxo do Grande Hotel de Hilbert


Um hotel de luxo com um número infinito de quartos e um número infinito de hóspedes nestes quartos. Essa era a ideia do matemático alemão David Hilbert, amigo de Albert Einstein e inimigos de camareiras.

Para desafiar as nossas ideias sobre o infinito, ele perguntou o que aconteceria se um novo hóspede chegasse procurando um quarto. A resposta de Hilbert é fazer com que cada hóspede se mude para o próximo quarto. O hóspede no quarto 1 se muda para o quarto 2, e assim por diante, de modo que o novo hóspede possa ficar no quarto 1. (E o livro de visitas teria um número infinito de reclamações.)

Mas o que aconteceria se chegasse uma caravana contendo um número infinito de novos hóspedes? Com certeza ele não conseguiria acomodar todos eles!

Mas Hilbert consegue liberar um número infinito de quartos pedindo para que os hóspedes se mudem para o quarto cujo número é o dobro do número do quarto onde estão agora, deixando livres os infinitos quartos de números ímpares.

Fácil para o hóspede no quarto 1 (que vai para o 2), mas não tanto para o homem no quarto número 8.600.597.

O paradoxo de Hilbert fascinou matemáticos, físicos e filósofos. Até mesmo teólogos. E todos concordam que, num hotel assim, deve-se chegar bem cedo para o café da manhã.

O paradoxo dos gêmeos


Albert Einstein não tinha um irmão gêmeo, mas tinha algumas ideias engraçadas do que ele poderia fazer com um.

Ele imaginou dois irmãos gêmeos idênticos. Vamos chamá-los de “Al” e “Bert”. Al é um preguiçoso, mas Bert gosta de viajar, então ele entra em uma nave espacial e cai fora na velocidade da luz.

É aí que entra a teoria especial de Einstein, a teoria da relatividade.

Ela diz que quanto mais rápido você se move pelo espaço, mais lentamente você se move no tempo. Então, sob o ponto de vista de Al, o tempo de Bert estaria se movendo mais lentamente.

Em outras palavras, o tempo pode voar quando estamos nos divertindo, mas quando relógios voam, eles se movem relativamente mais devagar.

Depois de um tempo, Bert resolve voltar para a Terra, ainda na velocidade da luz, para mostrar ao seu irmão as fotos das suas férias. Mas quando Bert chega em casa, Al estará mais velho que o seu irmão gêmeo, o que torna os seus encontros em dupla bem mais constrangedores.

Apesar de parecer implausível, Einstein apenas seguiu a sua teoria até a conclusão lógica. E ele estava certo, no fim das contas: este conceito de dilatação temporal é a base dos nossos sistemas de GPS.

Gato de Schrödinger


Erwin Schrödinger foi um físico, biólogo teórico e provavelmente uma daquelas pessoas que gosta mais de cachorros. Na década de 50, Simon descobriu a mecânica quântica, que diz que algumas partículas são tão pequenas que você não consegue nem mesmo medi-las sem alterá-las. Mas a teoria só faz sentido se, antes de medi-la, a partícula estiver em uma “superposição”, de todos os estados possíveis ao mesmo tempo.

Para pensar sobre isso, Schrödinger imaginou um gato em uma caixa, com uma partícula radioativa e um contador Geiger ligado a um frasco de veneno. Se a partícula sofrer decaimento, ela aciona o contador Geiger, que libera o veneno e mata o gato.

Mas se a particula estiver em dois estados ao mesmo tempo, tanto com e sem decaimento, o gato também está em dois estados: tanto morto quanto não-morto. Até que alguém abra a caixa e olhe.

Na prática, é impossível colocar um gato em uma superposição quântica. Você teria o pessoal dos direitos dos animais na sua cola. Mas você pode isolar átomos, e eles parecem estar em dois estados ao mesmo tempo.

A mecânica quântica desafia toda a nossa percepção de realidade, então talvez seja compreensível que o próprio Schrödinger tenha decidido que não gosta dela, dizendo: “Eu não gosto dela, e peço desculpas por ter me metido com isso”.

Textos transcritos por Fabio Bracht, para o Papo de Homem.

A Estrela da Morte e a resposta da Casa Branca

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Tudo começou com um estudo de viabilidade para construção da Estrela da Morte do filme Guerra nas Estrelas, com o custo de US$ 852.000.000.000.000.000,00 (oitocentos e cinquenta e dois quatrilhões de dólares) o equivalente a 13 mil vezes o PIB de todo planeta, ou seja, tá caro pra caramba.

Segundo, considerando que a Estrela tenha 140km de diâmetro e ela seja feita de aço seriam necessárias 1,08×10^15 toneladas de aço. Ou seja, 1,08 seguido de 15 zeros. Sendo a produção atual de aço de 1,3 bilhões de toneladas por ano, levariam 833 mil anos para ter aço necessário, ou seja, também não daria tempo. Mas fã que é fã não acredita nessas coisas e mesmo assim foi feita uma petição para que a Casa Branca construísse a Estrela da Morte.

Eis a resposta deles:

Tradução livre do texto acima (link original e demais links em inglês):

Resposta dada por Paul Shawcross, chefe do Departamento de Ciências Espaciais da Casa Branca.

As ações da Administração (Casa Branca) compartilham seu desejo de criação e fortalecimento da defesa nacional, mas uma Estrela da Morte não está nos planos. Aqui estão algumas razões:

* A construção da Estrela da Morte foi orçada em mais de US$ 850.000.000.000.000.000,00. Estamos trabalhando muito para reduzir o déficit de despesas, e não expandi-lo.
* A Administração não apoia a explosão de outros planetas.
* Por que nós gastaríamos o dinheiro de todos os contribuintes ​​em uma nave que pudesse ser tripulada apenas por um único homem?

No entanto, olhe com cuidado e você vai notar algo que já está flutuando no espaço – não é uma Lua, mas é uma Estação Espacial! Sim, já temos um gigante, a Estação Espacial Internacional é do tamanho de um campo de futebol e está orbitando em torno da Terra, nos ajudando a compreender como os seres humanos podem viver e prosperar no espaço. A Estação Espacial hospeda seis astronautas – americanos, russos e canadenses – trabalhando nesse exato momento, realizando pesquisas e experiências, aprendendo a viver com a falta de gravidade por longos períodos, acolhendo a visita de outras naves espaciais e reciclando seu próprio lixo rotineiramente etc.. Nós também temos dois robôs cientistas (um deles empunhando lasers) itinerantes em torno de Marte, verificando se já existiu vida no planeta vermelho.

Tenha em mente que o espaço já não é apenas explorado pelo governo. Empresas privadas americanas, através da NASA’s Commercial Crew and Cargo Office Program (C3PO), estão transportando equipamentos – e daqui a alguns anos, a tripulação – para o espaço, tentando ainda nesta década lançar missões de expedição à Lua.

Mesmo que os Estados Unidos ainda não consigam viajar como o Kessel Run em menos de 12 parsecs (terminologia de Star Wars), já temos duas sondas deixando o Sistema Solar e estamos construindo mais uma que nos trará inúmeras informações diretamente da superfície do Sol. Estamos descobrindo centenas de novos planetas em outros sistemas estelares e construindo um sucessor muito mais poderoso do Telescópio Espacial Hubble, que conseguirá enxergar as “bordas” do universo.

Nós não temos uma Estrela da Morte, mas temos robôs assistentes flutuando na Estação Espacial, um Presidente que sabe o usar um sabre de luz e um canhão avançado (de marshmallow), e uma Agência de Defesa Avançada que apoia a pesquisa e construção de braços biônicos, dróides flutuantes, e veículos quadrúpedes.

Estamos vivendo no futuro! Aproveite. Ou melhor ainda, ajude a construí-lo seguindo uma carreira relacionada ao campo da ciência, tecnologia, engenharia ou matemática. O Presidente realizou a primeira feira de ciência e astronomia no gramado sul da Casa Branca, porque ele sabe que esses domínios são fundamentais para o futuro do nosso país, e para assegurar que os Estados Unidos continuem liderando o mundo na construção de coisas grandes.

Se você seguir uma carreira qualquer carreia relacionada à ciência, a Força estará conosco! Lembre-se, o poder da Estrela da Morte pode destruir um planeta, ou até mesmo todo um sistema de estrelas, mas é insignificante perto do poder da Força.

Bacana ver essa postura de um governo se comunicando com o público. Um texto simpático, informativo, quase um bate-papo com o cidadão. Lembra muito as últimas ações de marcas que saíram do pedestal e foram dialogar com o consumidor de igual pra igual (lembram de EA Sports, Lego, McDonads etc.).

E lembrem-se: “The Administration does not support blowing up planets”.

Vi no Update or Die! Muito nerd, não acha?