Selfies com animais

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Faz mais de dois anos e meio que o fotógrafo irlandês Allan Dixon aperfeiçoa a arte de tirar selfies com animais. Viajando pelo mundo em colaboração com projetos de conteúdo de marketing, divirtia-se com cliques tipo esse acima. Mas, ó, foi só depois de muito tempo que alguém descobriu o talento e as imagens viralizaram. Agora, Allan tem 87 mil seguidores no Instagram e um portfólio de selfies de dar inveja: de clique com um quokka, marsupial da Austrália, a foto com burro na Irlanda, solte muitos owns com as fotografias abaixo e aprenda com o mestre:

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“Você tem que ficar parado e deitado pra conquistar a confiança dos animais no ambiente deles”, explicou ao site RT. “Tirar a foto sem flash e sem barulho também é uma regra clássica pra não assustar os bichos. Outra dica é entrar no ambiente já com a câmera na mão pra o animal pensar que faz parte do seu corpo”. Além disso, “depois que você fica no ambiente do bicho por um tempo, geralmente o animal vai até você. Existe uma linha tênue entre curiosidade e instinto de sobrevivência. Por isso, o objetivo principal é deixá-los seguros na sua presença. Se aproxime, mas devagar”, finalizou. E aí, quem pirou com as fotos? Pode admitir!

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~ Indicação do Huffington Post, texto do Glamour.

Recortes da natureza

A beleza da natureza por si só já é algo maravilhoso de se admirar, mas Nikolai Tolstyh conseguiu uma outra forma de extrair ainda mais dessa perfeição, na sua série de fotos intitulada My Lightweight World.

A ideia deste artista é simples: em folhas de papel, ele faz recortes das silhuetas de diferentes tipos de animais e preenche o vazio interno com as diversas cores que a natureza proporciona. O resultado é simplesmente fascinante! Confiram alguns a seguir:

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~ Monique Costa para o Nerd Geek Feelings.

Isto é o que acontece quando a chuva cai no deserto mais seco do mundo

Sempre que vemos imagens de áreas desérticas no mundo estamos acostumados a um mesmo padrão: areia e dunas para todos os lados e, com sorte, alguma pedrinha pelo caminho. Mas mesmo o deserto mais seco do mundo é capaz de nos surpreender neste sentido. O Atacama é conhecido por sua aridez mas, apesar disso, em algumas condições específicas é possível encontrar o deserto cheio de flores.

Isso ocorre quando chove na região durante a primavera – o que, este ano, ocorreu duas vezes. Na verdade, o que trouxe a chuva ao local foram os mesmos padrões climáticos que levaram ao furacão Patrícia, o que nos mostra que, ao menos na natureza, tudo tem dois lados.

A intensidade da floração este ano não tem precedentes. E o fato de isso acontecer duas vezes em um mesmo ano nunca foi registrado na história do país. Estamos surpresos”, disse Daniel Diaz, diretor Serviço Nacional de Turismo na Atacama à agência de notícias EFE.

Confere só o efeito:

CH06. VALLENAR (CHILE), 25/10/2015.- Fotografía del 21 de octubre de 2015 del árido desierto de Chile que cada cinco o siete años se transforma en una alfombra de flores de color malva pero las abundantes precipitaciones que han mojado la hostil tierra norteña del país estos últimos meses, han propiciado el "florecimiento más espectacular de los últimos 18 años", en la región de Atacama, localidad distante a 750 kilómetros al norte de Santiago (Chile). EFE/Mario Ruiz

CH07. VALLENAR (CHILE), 25/10/2015.- Fotografía del 21 de octubre de 2015 del árido desierto de Chile que cada cinco o siete años se transforma en una alfombra de flores de color malva pero las abundantes precipitaciones que han mojado la hostil tierra norteña del país estos últimos meses, han propiciado el "florecimiento más espectacular de los últimos 18 años", en la región de Atacama, localidad distante a 750 kilómetros al norte de Santiago (Chile). EFE/Mario Ruiz

CH01. VALLENAR (CHILE), 25/10/2015.- Fotografía del 21 de octubre de 2015 del árido desierto de Chile que cada cinco o siete años se transforma en una alfombra de flores de color malva pero las abundantes precipitaciones que han mojado la hostil tierra norteña del país estos últimos meses, han propiciado el "florecimiento más espectacular de los últimos 18 años", en la región de Atacama, localidad distante a 750 kilómetros al norte de Santiago (Chile). EFE/Mario Ruiz

CH04. VALLENAR (CHILE), 25/10/2015.- Fotografía del 21 de octubre de 2015 del árido desierto de Chile que cada cinco o siete años se transforma en una alfombra de flores de color malva pero las abundantes precipitaciones que han mojado la hostil tierra norteña del país estos últimos meses, han propiciado el "florecimiento más espectacular de los últimos 18 años", en la región de Atacama, localidad distante a 750 kilómetros al norte de Santiago (Chile). EFE/Mario Ruiz

CH08. VALLENAR (CHILE), 25/10/2015.- Fotografía del 21 de octubre de 2015 del árido desierto de Chile que cada cinco o siete años se transforma en una alfombra de flores de color malva pero las abundantes precipitaciones que han mojado la hostil tierra norteña del país estos últimos meses, han propiciado el "florecimiento más espectacular de los últimos 18 años", en la región de Atacama, localidad distante a 750 kilómetros al norte de Santiago (Chile). EFE/Mario Ruiz

CH05. VALLENAR (CHILE), 25/10/2015.- Fotografía del 21 de octubre de 2015 del árido desierto de Chile que cada cinco o siete años se transforma en una alfombra de flores de color malva pero las abundantes precipitaciones que han mojado la hostil tierra norteña del país estos últimos meses, han propiciado el "florecimiento más espectacular de los últimos 18 años", en la región de Atacama, localidad distante a 750 kilómetros al norte de Santiago (Chile). EFE/Mario Ruiz

CH11. VALLENAR (CHILE), 25/10/2015.- Fotografía del 21 de octubre de 2015 del árido desierto de Chile que cada cinco o siete años se transforma en una alfombra de flores de color malva pero las abundantes precipitaciones que han mojado la hostil tierra norteña del país estos últimos meses, han propiciado el "florecimiento más espectacular de los últimos 18 años", en la región de Atacama, localidad distante a 750 kilómetros al norte de Santiago (Chile). EFE/Mario Ruiz

CH10. VALLENAR (CHILE), 25/10/2015.- Fotografía del 21 de octubre de 2015 del árido desierto de Chile que cada cinco o siete años se transforma en una alfombra de flores de color malva pero las abundantes precipitaciones que han mojado la hostil tierra norteña del país estos últimos meses, han propiciado el "florecimiento más espectacular de los últimos 18 años", en la región de Atacama, localidad distante a 750 kilómetros al norte de Santiago (Chile). EFE/Mario Ruiz

CH12. VALLENAR (CHILE), 25/10/2015.- Fotografía del 21 de octubre de 2015 del árido desierto de Chile que cada cinco o siete años se transforma en una alfombra de flores de color malva pero las abundantes precipitaciones que han mojado la hostil tierra norteña del país estos últimos meses, han propiciado el "florecimiento más espectacular de los últimos 18 años", en la región de Atacama, localidad distante a 750 kilómetros al norte de Santiago (Chile). EFE/Mario Ruiz

~ Todas as fotos são de Mario Ruiz para os Nômades Digitais.

Compaixão fotografada

O inglês Lee Jeffries conta que era apaixonado pela ideia de ser um fotógrafo e almejava obter “sucesso” rápido. O reconhecimento pelo seu trabalho realmente veio e, depois de anos de jornada, ele descobriu que a fama de nada importava para ele.

Foi assim que surgiu a ideia de realizar um projeto com moradores de rua intitulado Love, e, para aproximar seu olhar e fazer algo verdadeiro, Lee tornou-se também sem teto: “A capacidade técnica é fundamental para qualquer vocação, mas isso não significa nada sem paixão. Você não pode ensinar. A vida acontece e é através dessas experiências que esperamos que você vá para o outro lado tendo aprendido algo”, conta o fotógrafo.

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Lee comenta a experiência: “Love aconteceu para mim. Naquela época, que o amor era a motivação para tudo o que fazia. Correndo pelo Vaticano para comprar um rosário para a mãe moribunda. Sentindo seu senso de fé e compaixão para com os menos afortunados. Sem saber, eu peguei pedaços. Eles permanecem comigo até hoje. Então, agora, quando você vê uma imagem de Lee Jeffries, você não vê um documento da vida de uma pessoa sem-teto. É muito mais do que isso. É um testemunho metafísico da humanidade, fé e espiritualidade. Ele é nascido do amor e da conexão com outro ser humano”.

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~ Fonte: Hypeness.

Faça arte, não faça guerra

Um artista francês que atende pelo nome de Mister Blick resolveu dar novo significado a fotos históricas de soldados em guerra. Blick inseriu flores desproporcionalmente gigantes nas mãos dos combatentes, geralmente no lugar das armas.

Além de um belo efeito visual criado pelo contraste entre as fotos em preto e branco com as ilustrações coloridas, o trabalho do francês também se destaca pelo embate dos significados: flores que se contrapõem a cenários de guerra!

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Fonte: Diego Bravo para o Somente Coisas Legais.