Site relembra eventos históricos importantes com ajuda da Wikipédia

Lançado recentemente, o site Histography tem o objetivo de facilitar a vida de quem gosta de estudar história ou simplesmente se interessa por eventos interessantes. Usando como base uma linha do tempo fácil de seguir, a página possibilita ler sobre acontecimentos importantes que possuem artigos dedicados no Wikipédia.

Além de permitir que você filtre acontecimentos por intervalo de tempo — os últimos 400 anos, por exemplo —, o site tem uma série de filtros pré-configurados. Dessa forma, é possível ler somente artigos relacionados aos direitos das mulheres, à música ou a tumultos que ajudaram a definir a história da humanidade.

Para completar, o Histography também mostra sugestões de eventos relacionados àquilo que você está lendo — uma ótima forma de aprofundar conhecimentos. Infelizmente, os artigos relacionados ao site são todos da versão em inglês da Wikipédia, o que pode representar um obstáculo para quem não domina o idioma.

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O site é resultado do trabalho de conclusão de curso de Matan Stauber, estudante da Bezalel Academy of Arts and Design. Embora não se iguale à enciclopédia online na velocidade de acesso a artigos específicos, a ideia é ótima para quem deseja ler artigos interessantes sem necessariamente se prender a uma ordem determinada.

~ Felipe Gugelim para o TecMundo.

5 frases de filósofos que nunca foram ditas

A arte de citar filósofos famosos para parecer mais inteligente e dar peso e seriedade ao discurso é antiga e não se restringe a políticos ou apresentadores de TV. Afinal, como dizia Platão, “A coisa mais indispensável a um homem é reconhecer o uso que deve fazer do seu próprio conhecimento”. O problema é que algumas frases que ficaram famosas nas bocas e nos tweets das multidões, na verdade, nunca foram ditas.

E não adianta se gabar que a aquela citação que você publicou no Facebook está certa. “Tentar expressar as idéias de um filósofo através de uma única frase sua já é um erro em si, mesmo estando correta a citação. Elas muitas vezes são tiradas de contexto e induzem ao erro”, aponta o professor de filosofia do curso Anglo Gianpaolo Dorigo.

1. “Só os mortos conhecem o fim da guerra”, atribuída a Platão

O culpado: o comandante militar norte-americano Douglas MacArthur, filho de um dos grandes heróis da Guerra da Secessão.

Em um discurso nos anos 60, o militar atribuiu a frase a Platão. No entanto, as palavras foram escritas pelo filósofo, poeta e ensaísta espanhol George Santayana no livro “Solilóquios na Inglaterra”, de 1922. Pouco após o fim da Primeira Guerra Mundial, Santayana escreveu: “E os pobres coitados acham que estão a salvo! Eles acham que a guerra acabou! Apenas os mortos viram o fim da guerra”. Nada a ver com o nosso filosófo grego. “A frase não me parece nem vagamente adequada à expressão das principais ideias do discípulo de Sócrates”, diz Gianpaolo Dorigo.

2. “Creio porque é absurdo”, atribuída a Santo Agostinho

O culpado: a mania de tentar resumir o pensamento dos filósofos em uma frase.

Antes de ser colocada na boca de Agostinho de Hipona, a frase havia sido atribuída a Tertuliano, autor romano das primeiras fases do Cristianismo. Esse caso curioso de reatribuição de citação tem a ver com a valorização da fé expressa pelos dois pensadores cristãos, que declaravam crer em coisas que parecem incríveis, como a ressurreição de Cristo. O problema é que tentaram resumir as ideias de ambos através de uma sentença curta que não aparece explicitamente nas obras de nenhum deles. O mais próximo que Tertuliano chegou disso foi quando disse “E o Filho de Deus morreu, o que é crível justamente por ser inepto; e ressuscitou do sepulcro, o que é certo porque é impossível”.

3. “Deus está morto”, atribuída a Nietzsche

O culpado: a descontextualização.

Aqui, o problema não é a frase, mas o conceito atribuído a Nietzsche. O mal-humorado filósofo de fato diz isso: a frase apareceu pela primeira vez em “A gaia ciência” e está também em sua famosa obra “Assim falou Zaratustra”. Mas as palavras têm sido muito mal interpretadas. Nietzsche não se referia à morte literal de Deus nem à morte de Jesus Cristo, e essa não era uma simples declaração de ateísmo. Logo em seguida, o filósofo completa: “Deus permanece morto! E quem o matou fomos nós!”. Ele queria dizer que a humanidade havia deixado de ter Deus como força ordenadora do mundo e fonte de valores. Com a morte de Deus, ele metaforiza a morte dos valores sagrados para os homens. Assim, eles deixariam de crer em quaisquer valores impostos.

Esse tipo de mal entendido é comum quando se fala em Nietzsche. “O seu hábito de efetivamente utilizar máximas e aforismos agressivos em seus livros acabou por transformá-lo em um pensador muito citado e pouco compreendido”, explica Gianpaolo. “E suas máximas, mesmo quando citadas corretamente, muitas vezes se perdem: o que para o pensador alemão era sobretudo uma provocação, para muitos se torna uma verdade incontestável e guia para a vida, no mais puro e estilo autoajuda”, completa.

4. “Os fins justificam os meios”, atribuída a Maquiavel

O culpado: a tentativa de simplificar a ideia de “O Príncipe”.

A mais famosa frase atribuída a Nicolau Maquiavel nunca foi dita por ele. Segundo o professor Gianpaolo, trata-se de uma tentativa de condensar a ideia de sua obra “O Príncipe”, em especial do capítulo 18, em que aparecem os trechos: “…um príncipe […] não pode observar todas as coisas pelas quais os homens são chamados de bons, precisando muitas vezes, para preservar o Estado, operar contra a caridade, a fé, a humanidade, a religião. Aqui, “preservar o Estado” refere-se aos fins e “operar contra a caridade etc.…” é interpretado como utilizar quaisquer meios. No mesmo capítulo, Maquiavel ainda diz: “nas ações de todos os homens, especialmente nas dos príncipes, quando não há juiz a quem apelar, o que vale é o resultado final”. É uma simplificação bem empobrecedora.

5. “Se Deus não existe, tudo é permitido”, atribuída a Dostoiévski

O culpado: Jean-Paul Sartre.

Desta vez, um de nossos filósofos foi o culpado, e não a vítima, de uma atribuição incorreta. No texto “O existencialismo é um humanismo”, Sartre diz: “Dostoiévski escreveu: ‘Se Deus não existisse, tudo seria permitido’. Eis o ponto de partida do existencialismo”. O escritor russo de fato inspirou os existencialistas, mas ele nunca disse isso. O mais próximo disso, que está em Os Irmãos Karamazov, é: “[…] é permitido a todo indivíduo que tenha consciência da verdade regularizar sua vida como bem entender, de acordo com os novos princípios. Neste sentido, tudo é permitido […] Como Deus e a imortalidade não existem, é permitido ao homem novo tornar-se um homem-deus, seja ele o único no mundo a viver assim”.

Bônus: “Se não têm pão, que comam brioches”, atribuída a Maria Antonieta

O culpado: a autobiografia de Rousseau.

A famosa frase foi usada como argumento contra Maria Antonieta durante a Revolução Francesa. A rainha a teria dito durante sua coroação, em 1774, quando soube que o povo das províncias francesas não tinha pão para comer. Só que não. A história veio de uma passagem na autobiografia “Confissões”, de Jean-Jacques Rousseau, que diz: “Recordo-me de uma grande princesa a quem se dizia que os camponeses não tinham pão, e que respondeu: ‘Pois que comam brioche’”. Os registros históricos disponíveis, entretanto, mostram que, na época de sua coroação, Maria Antonieta se preocupava com a situação dos pobres. Numa de suas cartas à mãe, ela chega até a criticar o alto preço do pão. Especula-se que Rousseau na verdade se referia a Maria Teresa de Espanha.

Se você quer homenagear seu pensador preferido, pense bem. Em tempos de internet, essas frases podem acabar se disseminando sem controle, espalhando também uma imagem errada do seu “homenageado”.

~ Ana Carolina Prado, Otavio Cohen e Tânia Vinhas para a Revista Super Interessante.

Somos detalhes passageiros

Never ending time

A morte e a vida sempre são entendidas como dualidades. A questão é que a maioria das pessoas prefere ignorar a mortalidade, talvez porque, dessa forma, viver pareça algo mais intenso e real. […]

Cada um carrega a sua própria história. A vida de ninguém é igual. Mas todos estamos interligados: somos, a cada respiração, potencialmente, um impacto na vida alheia. Somos, também, “quase nada neste mundo, mas significamos muito para alguns”, [como bem disse Simone Taietti]. Alguém sempre vai nos ferir. E nós sempre iremos ferir alguém. Talvez, sejamos feridos por alguém que estimamos e, dessa forma, nos magoemos e nos enterremos em uma dor desnecessária – que, muito provavelmente, será passageira. É comum viver a dor e, tempos depois, tentar bloqueá-la. Temos a tendência a achar que uma vida plena só será alcançada com felicidade notória e tristeza nula. Bloqueamos o que nos incomoda, pois não sabemos lidar com essas emoções, achamos que as adversidades pelas quais passamos apenas nos tornam frágeis. Mas é necessário lembrar que, quando a dor nos aflige, é quando mais necessitamos aceitar essas provações. A dor é um ensinamento: lembra-nos que, apesar de tudo, estamos aqui. Somos sortudos por senti-la, porque muitos não têm a chance.

A linha é tênue quando se fala em vida, pois há o depois, aquilo que todos temem, mas ninguém menciona. As cartas sempre estão na mesa quando se trata da fragilidade de se estar neste mundo: precisamos viver intensamente. Não devemos esperar o amanhã. Aquela conversa que se quer ter, tenha hoje. Pode não acontecer como imagina, mas precisa acontecer, se é importante para você. E não é para que não seja afligido pela dor, remorso ou culpa, mas porque a linha se arrebenta fácil. É a instantaneidade de se estar vivo. Sua conversa pode não acontecer amanhã, simplesmente porque o amanhã, para você ou para a outra pessoa, pode não existir. Quantas coisas deixamos para fazer e dizer em outro horário, outro dia, outra semana? É exatamente assim que impactamos a vida alheia. Porque esperar, enquanto se vive, é morrer pouco a pouco.

Tudo muda constantemente e a efemeridade da vida é a mais marcante. É como ter uma certeza, aos poucos, se transformando em incerteza – coisas assim fogem do nosso controle. Acontece em um segundo, em uma hora, em um dia. Alguém se vai e nós ficamos. E é assim que recordamos que precisamos viver, enquanto ainda houver tempo. E, se houver o suficiente, podemos entender que vida e morte são amigas inseparáveis, mas necessárias, assim como a dor. Certas coisas precisam ser sentidas para que compreendamos o porquê de existirmos e o impacto que isso suscita nos outros. Talvez, apenas assim viveremos plenamente, sem medo de nos machucar e com coragem razoável para tocarmos as vidas de quem mais prezamos.

[…] Afinal, quanto dura o para sempre?

↬ Nina Spim, em texto publicado no CONTI outra. [N. do E.: Algumas partes foram suprimidas, a redação em seu formato original pode ser acessada no link indicado]

Nossa percepção de tempo e história é bem limitada

Talvez a palavra “limitada” seja pesada demais, quase pessimista. Pode ser que o nosso entendimento da linha do tempo, desde a formação do nosso planeta Terra até os dias de hoje, seja “confusa”.

Não que tivesse de ser fácil. Estamos aqui em um pedacinho ínfimo de história, tomados de certeza de que imperamos desde que o mundo é mundo, donos de tudo o que aconteceu e de tudo que há de calhar. Nessa brincadeira, escolhemos — todos nós — pedaços do complexo funcionamento desse tempo e ligamos os pontos mal costurados e levamos.

Com ruído em demasia, com desatenção potente e comunicação falha, fica fácil demais deixar de lado qualquer entendimento sobre tempo e história. Aprendemos coisas na escola, decoramos as informações e jamais colocamos isso em compreensão, nunca mais tentamos juntar as peças. As informações passam a correr soltas e afastadas de nós, da nossa realidade.

É por isso que ficamos impressionados quando curiosidades, dessas que poderiam ser as mais bobinhas da internet, caem como pequenas bombas de noção, quase piadinhas, quase truques que se faz na rua com copos e uma bolinha. Temos, aqui, algumas informações que vão se encaixar e fazer com que possamos ter uma visão um pouco mais de longo alcance.

Star Wars estreou nos cinemas em maio de 1977. A última execução por guilhotina ocorreu em 10 de setembro do mesmo ano, em Marselha.
Star Wars estreou nos cinemas em maio de 1977. A última execução por guilhotina ocorreu em 10 de setembro do mesmo ano, em Marselha.
O Estegosauro viveu há cerca de 150 milhões de anos, enquanto o T-Rex viveu há 65 milhões de anos. O dinossauro grandão e famoso no Jurassic Park foi aparecer só 85 milhões de anos depois do pequenino aí que ninguém conhece, logo, estamos mais perto — na linha do tempo — de um dinossauro do que dois deles que viveram em períodos diferentes.
O Estegosauro viveu há cerca de 150 milhões de anos, enquanto o T-Rex viveu há 65 milhões de anos. O dinossauro grandão e famoso no Jurassic Park foi aparecer só 85 milhões de anos depois do pequenino aí que ninguém conhece, logo, estamos mais perto — na linha do tempo — de um dinossauro do que dois deles que viveram em períodos diferentes.
Enquanto a maioria dos mamutes morreram há 10.000 anos, uma pequena população sobreviveu até 1650 aC. Por esse ponto, o Egito estava a meio caminho de seu império, e as Pirâmides de Gizé já tinham mil anos de idade.
Enquanto a maioria dos mamutes morreram há 10.000 anos, uma pequena população sobreviveu até 1650 aC. Por esse ponto, o Egito estava a meio caminho de seu império, e as Pirâmides de Gizé já tinham mil anos de idade.
As Grandes Pirâmides foram construídas cerca de 2560 aC, enquanto Cleópatra, a última rainha da dinastia Ptolomeu, viveu por volta de 30 aC. A primeira Pizza Hut abriu em 1958. Com isso, ela esteve há mais de 2.500 anos da construção pirâmides e 1988 de um pedaço de pizza.  Uma diferença de pouco mais de 500 anos.
As Grandes Pirâmides foram construídas cerca de 2560 aC, enquanto Cleópatra, a última rainha da dinastia Ptolomeu, viveu por volta de 30 aC. A primeira Pizza Hut abriu em 1958. Com isso, ela esteve há mais de 2.500 anos da construção pirâmides e 1988 de um pedaço de pizza. Uma diferença de pouco mais de 500 anos.
Otto Frederick Rohwedder inventou o pão fatiado em 1928, enquanto a atriz americana Betty White nasceu em 1922. O pão já existia há muito tempo, mas não na forma de pré-cortada.
Otto Frederick Rohwedder inventou o pão fatiado em 1928, enquanto a atriz americana Betty White nasceu em 1922. O pão já existia há muito tempo, mas não na forma de pré-cortada.
Harvard é a mais antiga instituição de ensino superior nos EUA, fundada em 1636. A matéria de cálculo não existia até o final do século 17, com o trabalho de Gottfried Leibniz e Isaac Newton.
Harvard é a mais antiga instituição de ensino superior nos EUA, fundada em 1636. A matéria de cálculo não existia até o final do século 17, com o trabalho de Gottfried Leibniz e Isaac Newton.
Pra se ter ideia, Barack Obama é o 44º presidente americano. John Tyler foi presidente entre os anos de 1841 e 1845, 20 anos antes de Abraham Lincoln. Ele teve um filho, Lyon, aos 63 anos. Lyon teve dois filhos, Lyon Jr. e Harrison. Ambos ainda estão vivos hoje, na casa dos 80 anos.
Pra se ter ideia, Barack Obama é o 44º presidente americano. John Tyler foi presidente entre os anos de 1841 e 1845, 20 anos antes de Abraham Lincoln. Ele teve um filho, Lyon, aos 63 anos. Lyon teve dois filhos, Lyon Jr. e Harrison. Ambos ainda estão vivos hoje, na casa dos 80 anos.
Harry, Albert, Sam e Jack Warner abriram seu primeiro teatro, o Cascade (New Castle, Pensilvânia), em 1903. Enquanto isso, o Império Otomano se estendeu de 1299 a 1923, quando a Turquia se tornou uma nação independente.
Harry, Albert, Sam e Jack Warner abriram seu primeiro teatro, o Cascade (New Castle, Pensilvânia), em 1903. Enquanto isso, o Império Otomano se estendeu de 1299 a 1923, quando a Turquia se tornou uma nação independente.
O ensino começou em Oxford, já em 1096 e, por 1249, a Universidade foi fundada oficialmente. A civilização Asteca como a conhecemos começou com a fundação de Tenochtitlán, em 1325.
O ensino começou em Oxford, já em 1096 e, por 1249, a Universidade foi fundada oficialmente. A civilização Asteca como a conhecemos começou com a fundação de Tenochtitlán, em 1325.
Em 1906, Santos Dummont voou com sucesso (desculpa, irmãos Wright). Depois, em 1941, os japoneses usavam o ​​voo para bombardear Pearl Harbor. Apenas 28 anos depois, a Apollo 11 pousou na Lua em 1969.
Em 1906, Santos Dummont voou com sucesso (desculpa, irmãos Wright). Depois, em 1941, os japoneses usavam o ​​voo para bombardear Pearl Harbor. Apenas 28 anos depois, a Apollo 11 pousou na Lua em 1969.
A espécie humana tem vivido na Terra há apenas 0,004% da história do planeta.
A espécie humana tem vivido na Terra há apenas 0,004% da história do planeta.

Se tudo isso não for o bastante, é isso o que está acontecendo no mundo nesse momento:

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Esta animação brilhante é do artista XKCD, que mostra que coisas estão acontecendo enquanto lemos esse artigo. Não temos noção do tempo até ele se mostrar diante de nossos olhos.

As informações foram tiradas do site Distractfy, com checagens minhas da veracidade das informações. Já as lindas imagens (tirando a última, já creditada) são do Felipe Franco, o talento da casa.

~ Jader Pires, para o Papo de Homem.

De longe, monumentos famosos “contam outra história”

Nós os vemos em fotos e em guias de viagem. Os monumentos mais famosos do mundo vivem na imaginação popular em sua forma idealizada, mas vê-los pessoalmente podem te surpreender. Enquanto alguns marcos podem ser ainda mais belos quando você os enxerga em seu meio natural inspirando nossa admiração, outros foram engolidos por paisagens urbanas em expansão.

Em nossa sociedade obcecada por perfeição, é tentador cortar as distrações e concentrar-se apenas no tema principal. Mas, como estas imagens mostram, pode ser esclarecedor ver como um marco se encaixa no seu ambiente, e como uma atração turística se destaca de uma paisagem natural. Aqui estão 15 fotos “sem o zoom”, de monumentos famosos por todo o mundo:

1. TAJ MAHAL, Agra, Ultar Pradesh, Índia [27.17498,78.042151]

TAJ MAHAL

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2. GRANDES PIRÂMIDES DE GIZÉ, Egito [29.977279,31.132483]

APTOPIX EGYPT PYRAMIDS

Mideast Egypt

3. STONEHENGE, Amesbury, Reino Unido [51.178913,-1.826223]

Britain Stonehenge

BRITAIN STONEHENGE

4. CATARATAS DO NIÁGARA, fronteira dos Estados Unidos com Canadá [43.079421,-79.076428]

Niagara Falls

08

5. PORTÃO DE BRANDEMBURGO, Pariser Platz, Berlim, Alemanha [52.51626,13.377696]

Germany Earth Day

Germany Berlin US Embassy

6. PARTENON, Kentrikos Tomeas Athinon, Atenas, Grécia [37.971529,23.726718]

Greece Independence Parade

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7. MONTE RUSHMORE, Keystone, Dakota do Sul, Estados Unidos [43.879057,-103.459071]

13

Mount Rushmore National Memorial

8. CIDADE PROIBIDA, Beijing, China [39.914987,116.390809] 

APTOPIX China Climate

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9. HOLLYWOOD, Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos [34.134098,-118.321706]

Hollywood Labor

18

10. CENTRAL PARK, Nova Iorque, Estados Unidos [40.782865,-73.965372]

First Day Of Spring Arrives After Extremely Harsh Winter

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11. ARCO DO TRIUNFO, Place Charles de Gaulle, Paris, França [48.873776,2.294981]

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12. SANTORINI, Grécia [36.424459,25.428186]

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24

13. ESTÁTUA DA LIBERDADE, Nova Iorque, Estados Unidos [40.689229,-74.04455]

25

Harlem Globetrotters Tour 100th Floor Of One World Trade Center

14. TORRE EIFFEL, Avenue Anatole France, Paris, França [48.858376,2.294444]

125 Years Since The Inauguration Of The Eiffel Tower

28

15. CATEDRAL DE SÃO BASÍLIO, Krasnaya Ploshad, Moscou, Rússia [55.752514,37.623042]

29

Aerial Views Of The City Skyline

~ Eileen Shim, para o PolicyMic.