Selfies com animais

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Faz mais de dois anos e meio que o fotógrafo irlandês Allan Dixon aperfeiçoa a arte de tirar selfies com animais. Viajando pelo mundo em colaboração com projetos de conteúdo de marketing, divirtia-se com cliques tipo esse acima. Mas, ó, foi só depois de muito tempo que alguém descobriu o talento e as imagens viralizaram. Agora, Allan tem 87 mil seguidores no Instagram e um portfólio de selfies de dar inveja: de clique com um quokka, marsupial da Austrália, a foto com burro na Irlanda, solte muitos owns com as fotografias abaixo e aprenda com o mestre:

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“Você tem que ficar parado e deitado pra conquistar a confiança dos animais no ambiente deles”, explicou ao site RT. “Tirar a foto sem flash e sem barulho também é uma regra clássica pra não assustar os bichos. Outra dica é entrar no ambiente já com a câmera na mão pra o animal pensar que faz parte do seu corpo”. Além disso, “depois que você fica no ambiente do bicho por um tempo, geralmente o animal vai até você. Existe uma linha tênue entre curiosidade e instinto de sobrevivência. Por isso, o objetivo principal é deixá-los seguros na sua presença. Se aproxime, mas devagar”, finalizou. E aí, quem pirou com as fotos? Pode admitir!

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~ Indicação do Huffington Post, texto do Glamour.

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Selfies do pôr-do-Sol

O que acontece quando você tem um bocado de papelão à disposição e mais um tanto de imaginação na cabeça? Com John Marshall, um produtor de TV estadunidense, rolou o projeto Sunset Selfies, em que ele faz fotos criativíssimas usando apenas recortes de papelão e a iluminação em contraluz do pôr-do-Sol.

John, que vive em Frye Island, utiliza principalmente papelão descartado no lixão de sua cidade. Ele faz tudo sozinho e não usa ferramentas especiais para os recortes (apenas tesouras baratas e faca de cozinha). “Depois de ver lindos crepúsculos na porta de casa, decidi criar um projeto criativo chamado Sunset Selfies. Quando estou na ilha, eu faço um recorte de papelão por noite e tiro uma foto com ele”, escreve John Marshall, em sua página no Facebook.

“Minha esperança é que os outros, principalmente as crianças, vejam que podem fazer isso também. Eu adoraria ver o que elas inventam. Para mim, há algo de mágico nessas imagens. Eu amo ver meus recortes crus criarem vida em silhuetas e, então, as pessoas comentarem sobre elas”.

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O autor ainda tem contas no Twitter e Instagram.

~ Indicação do Tastefully Offensive, texto do Pavablog.

18 selfies impressionantes

A Selfie está na moda. Por todo canto que a gente olha na internet e nas redes sociais, há uma selfie aqui e ali. É a arte de tirar foto de si mesmo. E há diferentes tipos de se tirar uma foto assim, o que engloba o ambiente ao qual você está, a feição, qualidade da câmera e o elemento surpresa – que é o principal das fotos abaixo. Esses são momentos únicos, incríveis e divertidos.

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~ Flávio Croffi para o Geekness.

Para entender o atual cenário político e econômico

Vai dizer que isso não acontece com você: não é possível dar um passo numa rede social sem tropeçar num textão falando do atual cenário político e econômico brasileiro. Cinéfilos, rockstars, blogueiros, filósofos, atores, jornalistas. Todo mundo quer dar o seu pitaco, expôr seu ponto de vista. E nada é tão simples que possa ser resumido num mísero parágrafo, não é mesmo?

Nós vivemos a era do textão. Ame ou odeie, ele funciona quase como um estado de espírito. Algo tão presente que é praticamente impossível viver alheio.

Mas se você está cansado do “Ver mais”, se é traumatizado com o “Continuar lendo”, se não aguenta mais a prática de exercícios localizados no dedo indicador, em scrolls que nunca chegam ao fim, chegou a hora de simplificar.

Reunimos alguns tuítes que explicam o atual cenário político e econômico melhor que qualquer textão. Sim: 140 caracteres, uma boa dose de despretensão e o mais fiel retrato do momento que vive o país.

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~ Spotniks.

Surrealismo 2.0

Um dos grandes nomes do surrealismo, o pintor belga René Magritte morreu em 1967 – algumas décadas antes da popularização dos equipamentos digitais, da internet e, consequentemente, das redes sociais.

O designer e ilustrador brasileiro Jorge Barros resolveu dar um ar contemporâneo às obras de Magritte e criou algumas releituras para quadros clássicos do pintor, que é um dos artistas favoritos da namorada de Jorge.

Para a série “Magritte 2.0“, foram inseridos elementos comuns ao nosso tempo como símbolos do Twitter, WhatsApp, iPhones, pau de selfie, etc.

[N. do E.: As imagens da esquerda representam a releitura de Jorge Barros, enquanto na direita são apresentadas as obras originais de Magritte, assim como as interpretações abaixo das imagens.]

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Isto não é um Cachimbo (em francês: Ceci n’est pas une Pipe), está localizada no Museu de Arte do Condado de Los Angeles, nos Estados Unidos. “A palavra cachimbo não é o próprio cachimbo, é a representação gráfica, escrita, daquilo que no mundo extralinguístico realmente seja o objeto cachimbo. O objeto é a coisa em si; o desenho, a foto, a pintura, a palavra são apenas simulações e representações de um referencial, de um objeto. De fato, o desenho ou a foto de um cachimbo não são o próprio cachimbo, não podem ser fumados”, interpretação de Torres Matrice.

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A Reprodução Proibida (em francês: La Reproduction Interdite), está localizada no Museum Boijmans Van Beuningen em Roterdã, na Holanda. “A pintura não deve ser considerada como a arte da reprodução da realidade, ou como um espelho da realidade. Pessoalmente, eu gostaria de ver nela uma declaração sobre a análise de si mesmo. Tudo é subjetivo, no entanto, penso que é ainda mais difícil ser objetivo sobre nós mesmos. Vejo nesta pintura uma afirmação de que nunca se pode ver a si mesmo em sua totalidade”, interpretação de Brendan Donnet.

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Golconda (em francês: Golconde), está localizada no Menil Collection em Houston, Estados Unidos. “O pintor possivelmente associa sua pintura à cidade arruinada de Golconda na Índia e à possibilidade de caminhar pelo céu na terra, tanto quanto a expressão poética sugerida pelos homens comuns e contudo portadores de uma singularidade que o banal chapéu de coco reduz à unidade”, interpretação de Regina Sardoeira.

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O Domínio de Arnheim (em francês: Le Domaine d’Arnheim), está localizada no Museu de Belas Artes em Bruxelas, na Bélgica. Representa um ideal de paisagem descrito por Edgar Allan Poe em seu romance homônimo, e ainda a aproximação do pintor com os autores de sua época.

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O Filho do Homem (em francês: Le Fils de l’Homme), está localizada em uma coleção particular. Possivelmente uma das obras mais conhecidas (assim como o primeiro item desta lista), representa um auto-retrato do pintor. “Tudo o que vemos esconde outra coisa e nós queremos sempre ver o que está escondido pelo que vemos. Segundo ele próprio [Magritte] a mente adora imagens cujo significado é desconhecido, uma vez que o próprio significado da mente é igualmente desconhecido”, interpretação de Mauro Condé.

~ Diego Bravo para o Somente Coisas Legais. As interpretações das obras possuem suas próprias fontes linkadas ao texto.